Admiro-te no silêncio
Do meu parco entendimento
Pois que, a estuar de vida e beleza,
Dilaceras meu tormento!
É pena que és efêmera
No teu célere e intenso viver
Visto que transformas rotinas
Fazendo a esperança ascender...
Karina Alcântara
"O amor não prende, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço." (Mário Quintana)